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Cuidados para evitar Acidentes com animais aquáticos

Acidentes com animais aquáticos são comuns e mais frequentes nesta época do ano, quando as regiões litorâneas, rios e lagos recebem maior quantidade de banhistas.

Geralmente causam queimaduras na pele, coceira, vermelhidão e perfurações dolorosas. Podem causar reações no local do acidente e sintomas sistêmicos pela inoculação de veneno.

Recomendações:
  • Não tocar em nenhum animal dentro e fora da água, lembrando que mesmo aqueles que se encontram aparentemente inertes na praia podem manter peçonhas ativos depois de mortos, como é o caso das águas-vivas e alguns peixes.
  • Atenção ao se movimentar dentro da água, olhar sempre onde vai pisar. 
  • Roupas de banho de cor escura podem afastar espécies de animais venenosos.
  • Crianças devem ser orientadas a não brincar com animais aquáticos e precisam estar acompanhadas de adultos.
  • Em caso de acidente com animal aquático, procure o pronto-socorro ou os salva-vidas o mais rapidamente possível e passe o máximo de informações, como as características do animal, horário do ataque e as sensações.
  • Tratamentos caseiros não são indicados nessas situações, pois mascaram a dor e podem agravar o quadro clínico.
  • Saber reconhecer os principais animais que causam acidentes nas praias e rios é muito importante.
Principais animais que devem ser reconhecidos:
Águas-vivas e Caravelas | DaDerm Dermatologia
Águas-vivas e Caravelas:

São animais gelatinosos com aspecto de guarda chuva. Possuem tentáculos urticantes repletos de substâncias tóxicas que em contato com a pele humana, podem causar sérias lesões.

Prevenção:

evite nadar quando estes animais estiverem por perto.

Esponjas do Mar | DaDerm Dermatologia
Esponjas do Mar:

São animais de cores vivas, estão sempre presas às rochas do mar.

Possuem minúsculas estruturas semelhantes a agulhas que penetram a pele além de substâncias tóxicas em sua superfície que em contato com a pele humana causam irritação.

Prevenção:

evite manuseá-las.

Ouriço-do-Mar | DaDerm Dermatologia
Ouriço-do-Mar:

São animais de corpos esféricos portadores de numerosos espinhos rígidos e quebradiços, contendo substâncias urticantes ( que causam coceira).

São muito comuns sobre rochas, entre pedras e baixa maré, o que aumenta a probabilidade de acidentes, que se dá quando a vítima pisa sobre eles.

Prevenção:

ao mergulhar em mar agitado, evite locais com ouriços-do-mar e utilize calçados fortes e rígidos ao caminhar pelas costas rochosas.

Mangagás ou Peixe Escorpião | DaDerm Dermatologia
Mangagás ou Peixe Escorpião:

Os mangagás vivem em águas rasas e fundos rochosos. Movimentam-se pouco e se camuflam, ficando parecidos com o local onde se encontram.

Possuem espinhos nas nadadeiras com glândulas de peçonha. Ao serem tocados podem causar ferimentos dolorosos.

Prevenção:

Observe com atenção ao andar pela linha da maré ou tocar qualquer coisa nas pedras. Evite manipular o animal, pois os espinhos podem ser tóxico mesmo quando o animal está morto.

Raias ou Arraias | DaDerm Dermatologia
Raias ou Arraias:

As arraias são peixes achatados, com nadadeiras largas e uma cauda comprida. Ficam enterrados em águas rasas com fundo arenoso. Costumam se aproximar da praia no verão.

Possuem um ou mais ferrões na base da cauda, que podem ser introduzidos na vítima ao pisá-la.

Prevenção:

Durante mergulhos, não se aproxime demasiadamente do animal. E, se estiver pescando, cuidado ao esvaziar as redes de arrastão.

 Bagres | DaDerm Dermatologia
Bagres:

São peixes muito comuns em águas rasas, em fundos arenosos ou lodosos.

Possuem dois pares de barbilhões ao redor da boca e 3 espinhos serrilhados nas nadadeiras dorsal e peitorais. A maioria dos acidentes ocorre quando a vítima pisa no animal.

Prevenção:

Cuidado ao caminhar na praia, especialmente na linha da maré para não pisar em bagres mortos. Evite manuseá-los em pescarias.

Moréias | DaDerm Dermatologia
Moréias:

Embora pareçam cobras e tenham cara de bravas, são peixes pacíficos.

Possuem dentes afiados e mordem fortemente, o que pode dilacerar a pele da pessoa acidentada. Sua glândula de peçonha está localizada no céu da boca.

Prevenção:

Não coloque as mãos em tocas ou frestas de rochas. Quando capturadas, evite manuseá-las.

Por: Dra. Daniela Ferro Farias

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