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Biopsia de pele, couro cabeludo e unha

Guia para o melhor tratamento.

A biopsia é um procedimento simples, em que um pequeno fragmento da pele, da mucosa, do couro cabeludo ou da unha é retirado para análise patológica, com o objetivo de diagnosticar uma doença da pele, seja ela um tumor ou outro tipo de dermatose.

Há dois tipos principais de biopsias da pele: por “shaving”, quando o dermatologista utiliza uma lâmina ou um bisturi especial para retirar uma pequena amostra da pele, deixando uma cicatriz achatada, e por “punch”, em que se utiliza um aparato redondo e cortante que entra na pele, retirando uma coluna de tecido. A espessura de tecido retirado irá depender da região do corpo. Normalmente, nesse caso é necessário fechar a área com pontos. A pequena peça retirada é sempre enviada ao laboratório de patologia. Durante o procedimento, é aplicada anestesia local, de acordo com a indicação médica. A biopsia por “shaving” demora de três a quatro dias para cicatrizar, enquanto que a por “punch” leva de 5 a 14 dias, dependendo do local e do diâmetro do aparelho utilizado.

Também é possível realizar a biopsia cirúrgica, em que toda a área retirada é enviada para o exame e o local, em geral, é suturado com mais de um ponto. Esses casos são reservados para lesões tumorais e doenças que atingem a área mais profunda da pele. Algumas lesões ulceradas também podem necessitar desse tipo de biopsia.

A biópsia do couro cabeludo será feita para analisar a arquitetura folicular ou lesões de pele nesta região da cabeça. Geralmente é feita com “punch” em área determinada pelo dermatologista. Procedimento simples e bem tolerado, feito com anestesia local.

A biópsia do aparelho ungueal tem que ser indicado com cautela pelo risco de deformar a unha. Tem função tanto diagnóstica quanto terapêutica, por isso é um procedimento tão importante. O local da biópsia tem que ser bem avaliado pelo especialista para evitar distrofias. Se houverem lesões na pele que correspondem à mesma doença suspeita, a preferência será de biopsiar a pele. Existem várias técnicas para o procedimento: biópsia do leito, da matriz ou até de toda unha, que será escolhida da melhor forma pelo dermatologista.

A biópsia é procedimento corriqueiro, utilizado com frequência, na finalidade de definir diagnóstico, ou excluir outras doenças. Sua prática guia o médico para o melhor tratamento a ser escolhido.

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